Desentupindo artérias

Há artérias tão entupidas que precisam ser abertas e tratadas como se fossem canos. Há desentupidores químicos para canos, usados pelos bombeiros e agora um pesquisador surgiu com uma idéia semelhante. Bradley Strauss, pesquisador do Sunnybrook Health Sciences Centre em Toronto, resolveu usar o mesmo princípio no tratamento de artérias totalmente bloqueadas (em muitos pacientes não é possível fazer angioplastia devido ao acúmulo de placas nas artérias). É uma enzima que é injetada na área bloqueada e que amolece a placa da noite para o dia. Foi apelidada de “Drano”, um desentupidor de canos conhecido por ser ultra-cáustico e eficiente.

A placa amolecida permite a cirurgia, a angioplastia, ao passo que a placa endurecida não permite. Devido à rapidez com que o “Drano” age, já no dia seguinte o paciente pode ser operado.

Quinze pacientes nos que não tinha sido possível fazer a angioplastia se submeteram ao tratamento com “Drano” e doze puderam ser operados – e as cirurgias foram bem sucedidas. Agora, antes desse procedimento ser aprovado e usado nos hospitais, terá que ser submetido ao um clinical trial, uma pesquisa com muitos pacientes, que elimina muitos perigos que não são percebidos antes, com um número pequeno de pacientes.

 

Resumido por GLÁUCIO SOARES

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Doenças que achamos que temos, mas não temos….

Li um artigo na revista Hypocondria, escrito pela Dra. Sharon Orrange que poderá apaziguar algumas mentes. Trata de doenças que muitas pessoas pensam que têm, mas não têm e sofrem inutilmente.

Começo com um barra pesada: tumor no cérebro. Muitos que sentem uma simples e forte dor de cabeça se convencem de que têm um câncer no cérebro. As dores de cabeça são sintomas excepcionalmente comuns a muitas doenças e os médicos lidam com elas todos os dias. Já os tumores no cérebro são muito raros. Se você tem uma dor de cabeça, que pode ser forte, mas que melhora com um analgésico, a hipótese do tumor está quase descartada. Uma dor de cabeça séria que não melhora se acompanhada de outros sintomas como distúrbios visuais, desmaios, dormências etc. podem justificar uma ida ao médico, uma dor de cabeça, por si só, não indica tumor, ainda mais se melhora com analgésico.

Problemas nos rins. Pessoas com dores nas costas ou nos lados são pacientes regulares dos médicos. Muitos acham que estão com problemas nos rins, doenças nos rins, fracasso no funcionamento dos rins, até mesmo câncer nos rins. Raríssimas vezes é uma dessas doenças mais graves. Agora, se, juntamente com a dor nos rins, nas costas ou nos lados, você sentir dor quando faz xixi (dor ou queimação) já se justifica uma visita ao médico, sobretudo para tranqüilizar você. Problemas dos rins raramente geram dores cujas causas muito mais comuns são problemas musculares ou do esqueleto. Aí o tratamento é diferente: exercícios, fisioterapia, alongamento e anti-inflamatórios. A médica sugere um blog sobre dores nas costas:

http://www.dailystrength.org/health_blogs/dr-orrange/article/back-pain-should-i-worry-it-could-be-something-more-serious

Derrame. A Dra. Orrange sugere uma visita ao médico para lhe acalmar. Dormência na perna ou no braço enquanto você dorme ou fica deitado em cima não indicam derrame – e são reações muito comuns. Além disso, se você se levanta, anda, mexe com os braços e as pernas, os sintomas melhoram, a possibilidade de que seja derrame diminuem muito. Os mesmos sintomas dos dois lados do corpo praticamente eliminam a possibilidade de derrame. Mais uma vez, a Dra. Orrange remete o leitor a um artiguete dela:

http://www.dailystrength.org/health_blogs/dr-orrange/article/brain-attack-stroke-strikes-fast-you-should-too

Uma das doenças que mais nos metem medo é o linfoma. Os médicos recebem muitos pacientes preocupados com um inchaço debaixo da pele. A grande maioria são lesões benignas como os lipomas. Os nódulos linfáticos doentes crescem rapidamente e não permanecem do mesmo tamanho durante meses ou anos. Assim, se a lesão fica do mesmo tamanho, não muda, é um bom sinal.

A Dra. Orrange nos fala de parasitas e diarréias. Os parasitas não são causas freqüentes de diarréias, mas são muito mais comuns no Brasil do que nos Estados Unidos. Diarréias e estômagos complicados, barulhentos ou enjoados, que duram alguns dias dão medo. Os parasitas normalmente levam algum tempo para produzir reações mas, nas condições brasileiras talvez seja o caso de fazer um exame de fezes.

Com o envelhecimento da população, cresce a preocupação com doenças chamadas de “senis” como o mal de Alzheimer’s. É uma preocupação de muita, muita gente que só tem crescido. Estresse e depressão provocam sintomas interpretados como Alzheimer’s: esquecimentos, problemas na concentração, confusão mental, esquecer o nome das pessoas, de coisas que deveriam ser feitas, dos aniversários e de tantas coisas mais. Primeiro, é bom saber que Alzheimer e outros tipos de demência não são comuns entre os não idosos e que o estresse, a ansiedade, a depressão, a gravidez, problemas existenciais como os financeiros ou conjugais e até a gravidez e a menopausa provocam sintomas parecidos.

Os americanos chamam de “shingles” um tipo de virose de tipo herpes. A inflamação e outros sintomas provocados por essa doença são desagradáveis, podem ser dolorosos mas não cruzam a metade do seu corpo. Se os sintomas aparecem dos dois lados, não culpem os shingles.
Câncer do cólon e câncer do reto. A causa mais comum de sangramento nas fezes é uma hemorróida, mas os mais preocupados pensam que é câncer. Os exames preventivos periódicos, inclusive os exames anuais de fezes, são uma excelente maneira de tranqüilizar o espírito.

E o câncer no pulmão. É o maior medo dos fumantes, e com razão, Porém, daí a concluir que uma tosse qualquer é garantia de que está com câncer é um grande salto… Um resfriado ou gripe com freqüência trazem consigo tosses que duram muito tempo, muitos dias e até semanas. Tosse pós-infecções podem durar e durar – semanas.
A hérnia abdominal é outra preocupação freqüente entre pacientes da Dra. Orrange. Muitos com uma dor ou desconforto no baixo abdômen ou na virilha se convencem de que estão com uma hérnia. Hernias na virilha, ensina a Dra. Orrange, são comuns entre os homens e raras entre as mulheres. Com pouca freqüência esses sintomas indicam uma hérnia, mas por via das duvidas, convém checar.A idéia de escrever esse post foi muito influenciada pela matéria da Dra. Orrange e pelas preocupações de origem muitas vezes hipocondríacas com doenças e disfunções mais sérias do que que temos.

GLÁUCIO SOARES


Tratando um caso de derrame

Christine Skolnick, mulher de 42 anos, se sentiu mal e não conseguiu ir à sala da sua própria casa onde sua família se reuniu com amigos para ver e celebrar o Super Bowl, que é a finalíssima do futebol americano. Na metade do dia ela tinha náuseas, sentia fadiga e fraqueza, ficando na cama.

À noitinha, o marido notou os primeiros sinais claros de derrame: o lado direito do rosto parecia ter caído, ela mal conseguia falar – só balbuceava. Quando tentou ficar em pé, a perna direita faltou e ela caiu. O marido chamou a ambulância. Ela tinha dúvida quanto ao diagnóstico – 42 anos não é idade para ter derrames. Os especialistas avisam que mesmo alguns momentos com dificuldades com a fala e/ou com dificuldades em mover um braço ou uma perna é uma emergência médica que tem que ser estudada e tratada. Dados esses antecedentes, Christine é uma felizarda. Graças ao progresso no tratamento, mais e mais pessoas sobrevivem um derrame.

Um derrame não é uma doença qualquer: é a terceira causa de morte nos Estados Unidos e a primeira causa de deficiências. Alguns dos tratamentos não funcionam com todos e nem sempre ajudam os pacientes. Outros tratamentos só devem ser usados em situações extremas porque podem matar o paciente. Não obstante, as pesquisas continuam e se espera que descubram novas terapias muito mais eficientes – em alguns anos. Os especialistas estão começando a usar terapias e programas personalizados, ajustados às características e necessidades de cada paciente. É um procedimento desejável que dá certo no tratamento do câncer e de doenças do coração. cardio-vasculares. O Dr. W. Scott Burgin, da University of Rochester Medical Center admitiu que se sabe menos do que não se sabe. Nessa faculdade há um centro dedicado aos derrames, que forma parte de uma rede de centros que tratam perto de 3.700 pessoas com derrames todos os anos.

Nos derrames uma hemorragia ou um coágulo impedem que o sangue chegue a uma parte do cérebro, cujas células comçam a morrer. Nessa pesquisa, os coágulos causavam 87% dos derrames. Dr. Mary Dombovy, lembra que o tempo (até o tratamento) significa cérebro – partes cada vez maiores do cérebro morrem.

As perspectivas para Christine Skolnick eram sombrias: transcorreram quase dez horas antes de que ela fosse ao hospital. O tempo máximo para dissolver os coágulos é de três horas. Os escaners mostraram um coágulo de 3 cms. bloqueando a artéria basilar. Em casos semelhantes, 90% dos pacientes morrem. O remédio dado a ela chamado tPA foi regulamentado há pouco mais de dez anos. Antes dele, havia pouco a fazer. Se aplicado dentro das três horas, o tPA aumenta em 1/3 a chance do paciente voltar a ter uma vida normal, ainda que demore alguns meses para chegar lá. O tratamento dado a Christine foi injetado diretamente no coágulo através de um cateter que percorreu boa parte do corpo dela. Não deu certo. Fizeram outra intervenção, agarrando o coágulo e puxando-o para fora. Era uma intervenção extrema e radical porque poderia fazer tudo pior. Felizmente, deu certo. Em seguida ela conseguiu mexer os dedos da mão e do pé. O médico, chamado Deveikis, tinha usado esse procedimento apenas umas quarenta vezes até o caso da Christine e em metade deu certo e os pacientes melhoraram. Esse equipamento é chamado de Merci mas outro, menor, já foi desenvolvido. Mas os dois equipamentos e o tratamento são de altíssimo risco e muitos pacientes morrem.

A rapidez do atendimento é crucial tanto para salvar um paciente quanto para evitar danos mais sérios. Por isso, a distribuição e a localização de hospitais com pessoal treinado e equipamento moderno é crucial. Dado o limite de poucas horas, é melhor equipar alguns hospitais bem distribuídos no estado do que concentrar tudo num hospital cartão postal na capital.

Tratando um caso de derrame

Christine Skolnick, mulher de 42 anos, se sentiu mal e não conseguiu ir à sala da sua própria casa onde sua família se reuniu com amigos para ver e celebrar o Super Bowl, que é a finalíssima do futebol americano. Na metade do dia ela tinha náuseas, sentia fadiga e fraqueza, ficando na cama.

À noitinha, o marido notou os primeiros sinais claros de derrame: o lado direito do rosto parecia ter caído, ela mal conseguia falar – só balbuceava. Quando tentou ficar em pé, a perna direita faltou e ela caiu. O marido chamou a ambulância. Ela tinha dúvida quanto ao diagnóstico – 42 anos não é idade para ter derrames. Os especialistas avisam que mesmo alguns momentos com dificuldades com a fala e/ou com dificuldades em mover um braço ou uma perna é uma emergência médica que tem que ser estudada e tratada. Dados esses antecedentes, Christine é uma felizarda. Graças ao progresso no tratamento, mais e mais pessoas sobrevivem um derrame.

Um derrame não é uma doença qualquer: é a terceira causa de morte nos Estados Unidos e a primeira causa de deficiências. Alguns dos tratamentos não funcionam com todos e nem sempre ajudam os pacientes. Outros tratamentos só devem ser usados em situações extremas porque podem matar o paciente. Não obstante, as pesquisas continuam e se espera que descubram novas terapias muito mais eficientes – em alguns anos. Os especialistas estão começando a usar terapias e programas personalizados, ajustados às características e necessidades de cada paciente. É um procedimento desejável que dá certo no tratamento do câncer e de doenças do coração. cardio-vasculares. O Dr. W. Scott Burgin, da University of Rochester Medical Center admitiu que se sabe menos do que não se sabe. Nessa faculdade há um centro dedicado aos derrames, que forma parte de uma rede de centros que tratam perto de 3.700 pessoas com derrames todos os anos.

Nos derrames uma hemorragia ou um coágulo impedem que o sangue chegue a uma parte do cérebro, cujas células comçam a morrer. Nessa pesquisa, os coágulos causavam 87% dos derrames. Dr. Mary Dombovy, lembra que o tempo (até o tratamento) significa cérebro – partes cada vez maiores do cérebro morrem.

As perspectivas para Christine Skolnick eram sombrias: transcorreram quase dez horas antes de que ela fosse ao hospital. O tempo máximo para dissolver os coágulos é de três horas. Os escaners mostraram um coágulo de 3 cms. bloqueando a artéria basilar. Em casos semelhantes, 90% dos pacientes morrem. O remédio dado a ela chamado tPA foi regulamentado há pouco mais de dez anos. Antes dele, havia pouco a fazer. Se aplicado dentro das três horas, o tPA aumenta em 1/3 a chance do paciente voltar a ter uma vida normal, ainda que demore alguns meses para chegar lá. O tratamento dado a Christine foi injetado diretamente no coágulo através de um cateter que percorreu boa parte do corpo dela. Não deu certo. Fizeram outra intervenção, agarrando o coágulo e puxando-o para fora. Era uma intervenção extrema e radical porque poderia fazer tudo pior. Felizmente, deu certo. Em seguida ela conseguiu mexer os dedos da mão e do pé. O médico, chamado Deveikis, tinha usado esse procedimento apenas umas quarenta vezes até o caso da Christine e em metade deu certo e os pacientes melhoraram. Esse equipamento é chamado de Merci mas outro, menor, já foi desenvolvido. Mas os dois equipamentos e o tratamento são de altíssimo risco e muitos pacientes morrem.

A rapidez do atendimento é crucial tanto para salvar um paciente quanto para evitar danos mais sérios. Por isso, a distribuição e a localização de hospitais com pessoal treinado e equipamento moderno é crucial. Dado o limite de poucas horas, é melhor equipar alguns hospitais bem distribuídos no estado do que concentrar tudo num hospital cartão postal na capital.

Remédios contra a pressão alta evitam a demência

Duas pesquisas demonstraram que os remédios que tomamos contra a pressão alta também ajudam a prevenir a demência, inclusive o mal de Altzheimer.
Em verdade, é bem mais fácil lidar com a hipertensão arterial agora do que alguns anos atrás. É preciso mudar a maneira de viver e adotar hábitos saudáveis e tomar remédios contra a pressão alta. Essas mudanças reduzem o risco de muitas outras doenças, em particular de derrame, ataque cardíaco e doenças dos rins.
Manter a pressão em níveis normais ajuda a impedir a doença de Alzheimer e outros tipos de demência.Essa é a conclusão a que chegaram duas pesquisas que compararam pacientes com pressão alta e que trataram da pressão com os que não trataram. A primeira pesquisa acompanhou 1.300 homens desde a década de 60, concluíndo que os que tomavam remédios para a pressão alta durante mais de 12 anos tinham um risco de demência que era 60-65% mais baixo do que os demais. Quanto mais tempo tomando o remédio, menor o risco de demência. A outra pesquisa, com mais de cinco mil adultos, concluiu que os que estavam usando remédios contra a pressão alta tinham um risco de sofrer de Alzheimer’s nos três anos seguintes que eram 1/3 menor.
Os diuréticos mais modernos, que impedem que o paciente fique sem potássio, eram os mais importantes na proteção contra a demência em suas várias formas.

Fontes: Stroke (Volume 37, pag. 1165) e Archives of Neurology (Volume 63, pag. 686).

Esquecendo os remédios contra derrame

A Johns Hopkins acaba de produzir um Hypertension and Stroke Special Report a respeito do uso irregular de medicamentos. O relatório argumenta que as pessoas tem muito boas intenções após a consulta médica: vou tomar os remédios direitinho, na hora certa etc. Mas esquecem, e remédio que não é tomado não faz efeito. Dependendo da pessoa, o esquecimento pode durar umas horas ou até semanas e meses. Outro perigo é a auto-medicação. Pular doses e tomar mais de uma de uma só vez “para compensar” é um erro que pode matar.

Mas há coisas que você pode fazer, medidas que você pode tomar para evitar os esquecimentos e os erros!

Por exemplo, comprar uma dessas caixinhas de plástico feitas especialmente para pílulas, que são baratas. Há algumas com sete compartimentos que a JH recomenda. Por que sete?
Por que são os dias da semana. Um compartimento para cada dia. Algumas tem subdivisões para manhã, tarde e noite. Guarde os remédios nessas caixinhas e deixe-as sempre no mesmo lugar.
Deixe notas grudadas para lembrar de tomar os remédios em lugares aos que você vai com freqüência: na porta da geladeira, no espelho do banheiro – por exemplos.
Procure tomar as pilulas contra a pressão alta à mesma hora, todos os dias. Algumas, como o Crestor, trazem recomendações de ser sempre antes de dormir. Outras podem ser sempre no café da manhã etc.
Ao fazer isso, tomar os remédios passa a fazer parte da sua rotina diária.
Para os com mais recursos e afeitos a tecnologias mais avançadas, há caixas eletrônicas de pílulas, que apitam e dão outro sinais.
Idealmente, cada vez que você tomar sua pressão, anote o dia e a hora, assim como os números da pressão.
Aliás, problemas de saúde que muitas vezes não tem sintomas, como a pressão alta, geram um problema especial porque o paciente “não vê necessidade de tomar remédio se não está sentindo nada”. É uma atitude perigosíssima.
A JH aconselha que os que tem recursos comprem um aparelho de pressão. Ver como sua pressão baixa quando você toma regularmente seus remédios e se exercita em moderação motiva muitas pessoas a continuar tomando cuidado com a saúde.
Para ajudar, particularmente entre os mais esquecidos e/ou os mais idosos, peça a um amigo do peito ou a uma pessoa da família que lhe chame uma vez por dia para lembrar de tomar os remédios.
Os médicos da JH sugerem que cole, junto com as lembranças dos remédios, fotos de seus filhos (as), netos e netas. A idéia é de que você se lembre de tomar seus remédios por eles também.
Os médicos da JH sugerem que você se dê um premio cada vez que baixar a pressão e mantê-la baixa por um ou mais meses. Ir ao cinema, por exemplo.
O mais importante: se esquecer de tomar uma dose ou mais doses depois, não tome duas ou três depois.
Reinicie os remédios regularmente e só. E não se esqueça de levar seus remédios – em quantidade adequada – se viajar.
Outro erro comum é tomar metade da pílula para fazer com que o remédio dure mais. A quantidade do remédio é importante. Tomar menos do que o recomendado reduz ou elimina o efeito benéfico. Não adianta tomar doses sub-terapêuticas. O remédio pode durar mais tempo, mas o paciente dura menos.
Se possível, não espere o seu remédio acabar para ir buscar mais. É nesse momento que muita gente pula a dose ou para de tomar o remédio.

O que é um ataque isquêmico?

Os TIAs , cujo nome em Inglês é transient ischemic attack são derrames de curta duração, durando apenas alguns minutos. Mas são derrames, segundo o National Institute of Neurological Disorders and Stroke. Acontecem quando há uma pequena interrupção do fluxo sanguíneo para uma parte do cérebro. Os TIAs acontecem repentinamente e seus sintomas são parecidos com os de um derrame, mas de curta duração. A maioria some em uma hora (mas podem durar um dia) e algumas pessoas parecem normais. Mas não são.
Entre esses sintomas estão uma fraqueza no rosto, no braço ou na perna, geralmente concentrados num lado só do corpo;confusão; dificuldade em falar e até em entender o que os outros dizem; tonteiras; dificuldade na visão (em um olho ou nos dois); perda de equilíbrio e de coordenação motora etc.
Inicialmente, é difícil dizer se a pessoa teve um derrame ou um TIA. Por isso, não dá para esperar e ver o que é! A consulta com um médico competente deve vir urgentemente (uma hora, no máximo).
Agir logo ou esperar para ver pode ser a diferença entre a vida e a morte, entre ter uma vida normal ou ficar paralisado. Não dá para ver se passa