Câncer na próstata: papel da idade, do fumo, da dieta e do exercício

WebMD é uma excelente fonte de informações a respeito de doenças, medicamentos e pesquisas médicas para pessoas com pouco conhecimento na área. NÃO é um site para especialistas. É um site informativo, pedagógico e responsável.   Em um artigo recente, o articulista nos lembra da relação essencial entre idade e câncer da próstata: 80% dos diagnósticos são em pessoas com mais de 65 anos e menos de um por cento em homens com menos de 50 anos. Os cânceres em homens jovens, adolescentes e crianças são raríssimos, mas existem.

O site lembra que há fatores comportamentais que aumentam o risco deste câncer, como a dieta. Quem consome muita gordura de carne vermelha aumenta o risco. Outro fator consensual é a obesidade, que aumenta o risco. Finalmente, um terceiro fator comportamental reduz o risco: os exercícios sistemáticos.

Isso, claro, sem falar no fumo que contribui muito para aumentar o risco de muitos tipos de cânceres.

GLÁUCIO SOARES     IESP/UERJ

Atividades físicas e sensação de pertencimento entre idosos

Uma pesquisa feita na Austrália mostra que as atividades físicas e a sensação de pertencer a algum tipo de comunidade estão associadas com a saúde mental de idosos. Foram analisados dados e respostas de quase duzentos idosos, cuja idade média era de 68 anos. Os psicólogos trabalharam com escalas validadas na língua inglesa, a Yale Physical Activity Survey, o Sense of Belonging Instrument, a sub-escala sobre suicídio do General Health Questionnaire e o Zung Depression Inventory, que mede a depressão.


Poder, fisicamente, participar de atividades (os que estão acamados não podem) era um óbvio preditor de atividade física, como esperado, mas a variável mais importante foi a sensação de pertencer a um grupo ou comunidade. Sublinho que estamos falando de sensação, algo subjetivo, e não de participação ou pertencimento objetivos.


A pesquisa foi levada a cabo pela School of Behavioural & Social Sciences & Humanities, University of Ballarat, Mt Helen Vic, Australia.


GLÁUCIO SOARES                       IESP – UERJ

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Atividades físicas e solidão entre idosos

Uma pesquisa feita na Austrália mostra que as atividades físicas e a sensação de pertencer a algum tipo de comunidade estão associadas com a saúde mental de idosos. Foram analisados dados e respostas de quase duzentos idosos, cuja idade média era de 68 anos. Os psicólogos trabalharam com escalas validadas na língua inglesa, a Yale Physical Activity Survey, o Sense of Belonging Instrument, a sub-escala sobre suicídio do General Health Questionnaire e o Zung Depression Inventory, que mede a depressão.

Poder, fisicamente, participar de atividades (os que estão acamados não podem) era um óbvio preditor de atividade física, como esperado, mas a variável mais importante foi a sensação de pertencer a um grupo ou comunidade. Sublinho que estamos falando de sensação, algo subjetivo, e não de participação ou pertencimento objetivos.

A pesquisa foi levada a cabo pela School of Behavioural & Social Sciences & Humanities, University of Ballarat, Mt Helen Vic, Australia.

Atividades físicas reduzem a solidão entre idosos

Uma pesquisa feita na Austrália mostra que as atividades físicas e a sensação de pertencer a algum tipo de comunidade estão associadas com a saúde mental de idosos. Foram analisados dados e respostas de quase duzentos idosos, cuja idade média era de 68 anos. Os psicólogos trabalharam com escalas validadas na língua inglesa, a Yale Physical Activity Survey, o Sense of Belonging Instrument, a sub-escala sobre suicídio do General Health Questionnaire e o Zung Depression Inventory, que mede a depressão.
Poder, fisicamente, participar de atividades (os que estão acamados não podem) era um óbvio preditor de atividade física, como esperado, mas a variável mais importante foi a sensação de pertencer a um grupo ou comunidade. Sublinho que estamos falando de sensação, algo subjetivo, e não de participação ou pertencimento objetivos.
A pesquisa foi levada a cabo pela School of Behavioural & Social Sciences & Humanities, University of Ballarat, Mt Helen Vic, Australia.

Idosos e desconhecimento a respeito de câncer

Uma pesquisa feita com idosos, com a média de 74, vivendo na área de Barcelona, revelou pouco conhecimento sobre as causas do câncer, sua prevenção e seu tratamento. Tania Estape da Fundacion para la Educacion y la Formacion en Cancer em Barcelona sublinhou os perigos do desconhecimento. Foram entrevistadas 557 pessoas acima de 65 anos.
O que sabiam e o que não sabiam? O que “sabiam” errado?

  • 90% sabiam que evitar o fumo, o excesso de consumo de bebidas alcoólicas e excesso de exposição ao sol são medidas corretas, que ajudam a prevenir o câncer;
  • porém, menos da metade sabia que a obesidade aumenta o risco de câncer;
  • 3/4 sabiam que o câncer pode ser diagnosticado cedo, o que parece uma percentagem razoável,
  • mas apenas 44% sabiam da existência do teste de PSA e apenas 34% sabiam que o câncer de mama pode ser diagnosticado cedo;
  • pior ainda, 56% afirmaram que o tratamento para o câncer é pior do que o câncer,
  • sem falar nos 2% que afirmaram que o câncer é contagioso…

Esses são dados a respeito de uma população num país com um nível educacional mais elevado do que o Brasil. Eu me pergunto – e fico horrorizado com as respostas hipotéticas que eu mesmo dou – sobre o nível de conhecimento a respeito desses temas entre os idosos que vivem em áreas carentes do Brasil.
Estou, também, convencido de que o desconhecimento é grande a respeito de outras áreas de interesse direto da população idosa, como doenças cardiovasculares, derrames, doenças mentais, depressões etc. Esses resultados foram apresentados na European Cancer Conference em Barcelona.

Idosos e desconhecimento a respeito de câncer

Uma pesquisa feita com idosos, com a média de 74, vivendo na área de Barcelona, revelou pouco conhecimento sobre as causas do câncer, sua prevenção e seu tratamento. Tania Estape da Fundacion para la Educacion y la Formacion en Cancer em Barcelona sublinhou os perigos do desconhecimento. Foram entrevistadas 557 pessoas acima de 65 anos.
O que sabiam e o que não sabiam? O que “sabiam” errado?

  • 90% sabiam que evitar o fumo, o excesso de consumo de bebidas alcoólicas e excesso de exposição ao sol são medidas corretas, que ajudam a prevenir o câncer;
  • porém, menos da metade sabia que a obesidade aumenta o risco de câncer;
  • 3/4 sabiam que o câncer pode ser diagnosticado cedo, o que parece uma percentagem razoável,
  • mas apenas 44% sabiam da existência do teste de PSA e apenas 34% sabiam que o câncer de mama pode ser diagnosticado cedo;
  • pior ainda, 56% afirmaram que o tratamento para o câncer é pior do que o câncer,
  • sem falar nos 2% que afirmaram que o câncer é contagioso…

Esses são dados a respeito de uma população num país com um nível educacional mais elevado do que o Brasil. Eu me pergunto – e fico horrorizado com as respostas hipotéticas que eu mesmo dou – sobre o nível de conhecimento a respeito desses temas entre os idosos que vivem em áreas carentes do Brasil.
Estou, também, convencido de que o desconhecimento é grande a respeito de outras áreas de interesse direto da população idosa, como doenças cardiovasculares, derrames, doenças mentais, depressões etc. Esses resultados foram apresentados na European Cancer Conference em Barcelona.
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Idosos e desconhecimento a respeito de câncer

Uma pesquisa feita com idosos, com a média de 74, vivendo na área de Barcelona, revelou pouco conhecimento sobre as causas do câncer, sua prevenção e seu tratamento. Tania Estape da Fundacion para la Educacion y la Formacion en Cancer em Barcelona sublinhou os perigos do desconhecimento. Foram entrevistadas 557 pessoas acima de 65 anos.
O que sabiam e o que não sabiam? O que “sabiam” errado?

  • 90% sabiam que evitar o fumo, o excesso de consumo de bebidas alcoólicas e excesso de exposição ao sol são medidas corretas, que ajudam a prevenir o câncer;
  • porém, menos da metade sabia que a obesidade aumenta o risco de câncer;
  • 3/4 sabiam que o câncer pode ser diagnosticado cedo, o que parece uma percentagem razoável,
  • mas apenas 44% sabiam da existência do teste de PSA e apenas 34% sabiam que o câncer de mama pode ser diagnosticado cedo;
  • pior ainda, 56% afirmaram que o tratamento para o câncer é pior do que o câncer,
  • sem falar nos 2% que afirmaram que o câncer é contagioso…

Esses são dados a respeito de uma população num país com um nível educacional mais elevado do que o Brasil. Eu me pergunto – e fico horrorizado com as respostas hipotéticas que eu mesmo dou – sobre o nível de conhecimento a respeito desses temas entre os idosos que vivem em áreas carentes do Brasil.
Estou, também, convencido de que o desconhecimento é grande a respeito de outras áreas de interesse direto da população idosa, como doenças cardiovasculares, derrames, doenças mentais, depressões etc. Esses resultados foram apresentados na European Cancer Conference em Barcelona.
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