Idosos e desconhecimento a respeito de câncer

Uma pesquisa feita com idosos, com a média de 74, vivendo na área de Barcelona, revelou pouco conhecimento sobre as causas do câncer, sua prevenção e seu tratamento. Tania Estape da Fundacion para la Educacion y la Formacion en Cancer em Barcelona sublinhou os perigos do desconhecimento. Foram entrevistadas 557 pessoas acima de 65 anos.
O que sabiam e o que não sabiam? O que “sabiam” errado?

  • 90% sabiam que evitar o fumo, o excesso de consumo de bebidas alcoólicas e excesso de exposição ao sol são medidas corretas, que ajudam a prevenir o câncer;
  • porém, menos da metade sabia que a obesidade aumenta o risco de câncer;
  • 3/4 sabiam que o câncer pode ser diagnosticado cedo, o que parece uma percentagem razoável,
  • mas apenas 44% sabiam da existência do teste de PSA e apenas 34% sabiam que o câncer de mama pode ser diagnosticado cedo;
  • pior ainda, 56% afirmaram que o tratamento para o câncer é pior do que o câncer,
  • sem falar nos 2% que afirmaram que o câncer é contagioso…

Esses são dados a respeito de uma população num país com um nível educacional mais elevado do que o Brasil. Eu me pergunto – e fico horrorizado com as respostas hipotéticas que eu mesmo dou – sobre o nível de conhecimento a respeito desses temas entre os idosos que vivem em áreas carentes do Brasil.
Estou, também, convencido de que o desconhecimento é grande a respeito de outras áreas de interesse direto da população idosa, como doenças cardiovasculares, derrames, doenças mentais, depressões etc. Esses resultados foram apresentados na European Cancer Conference em Barcelona.
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Idosos e desconhecimento a respeito de câncer

Uma pesquisa feita com idosos, com a média de 74, vivendo na área de Barcelona, revelou pouco conhecimento sobre as causas do câncer, sua prevenção e seu tratamento. Tania Estape da Fundacion para la Educacion y la Formacion en Cancer em Barcelona sublinhou os perigos do desconhecimento. Foram entrevistadas 557 pessoas acima de 65 anos.
O que sabiam e o que não sabiam? O que “sabiam” errado?

  • 90% sabiam que evitar o fumo, o excesso de consumo de bebidas alcoólicas e excesso de exposição ao sol são medidas corretas, que ajudam a prevenir o câncer;
  • porém, menos da metade sabia que a obesidade aumenta o risco de câncer;
  • 3/4 sabiam que o câncer pode ser diagnosticado cedo, o que parece uma percentagem razoável,
  • mas apenas 44% sabiam da existência do teste de PSA e apenas 34% sabiam que o câncer de mama pode ser diagnosticado cedo;
  • pior ainda, 56% afirmaram que o tratamento para o câncer é pior do que o câncer,
  • sem falar nos 2% que afirmaram que o câncer é contagioso…

Esses são dados a respeito de uma população num país com um nível educacional mais elevado do que o Brasil. Eu me pergunto – e fico horrorizado com as respostas hipotéticas que eu mesmo dou – sobre o nível de conhecimento a respeito desses temas entre os idosos que vivem em áreas carentes do Brasil.
Estou, também, convencido de que o desconhecimento é grande a respeito de outras áreas de interesse direto da população idosa, como doenças cardiovasculares, derrames, doenças mentais, depressões etc. Esses resultados foram apresentados na European Cancer Conference em Barcelona.
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Pressão arterial é doença séria

Muito cuidado com a hipertensão arterial. Ela reduz a esperança de vida.

  • Entre as pessoas de idade média, as que têm hipertensão vão viver cinco anos menos do que as com pressão normal. Uma pesquisa feita por holandeses e publicada em Hypertension (Volume 46, página 260). As pessoas que mantem uma pressão normal vivem mais.
  • Além disso, vivem mais tempo sem problemas cardio-vasculares. Os pesquisadores examinaram 3.100 homens e mulheres, participantes do conhecidíssimo Framingham Heart Study. A pressão foi tomada aos 50 anos e regularmente durante os 28 anos seguintes. Pessoas com pressão viveram, na média, cinco anos a mais do que as que tinham pressão alta. Além disso, tiveram vida mais tranqüila, pois estiveram livres de problemas cardio-vasculares, na média, durante sete anos a mais do que quem tinha pressão alta.

A pressão alta não é, apenas, uma chateação. É doença séria.

Pressão arterial é coisa séria!

Muito cuidado com a hipertensão arterial. Ela reduz a esperança de vida. Entre as pessoas de idade média, as que têm hipertensão vão viver cinco anos menos do que as com pressão normal. Uma pesquisa feita por holandeses e publicada em Hypertension (Volume 46, página 260). As pessoas que mantem uma pressão normal vivem mais. Além disso, vivem mais tempo sem problemas cardio-vasculares. Os pesquisadores examinaram 3.100 homens e mulheres, participantes do conhecidíssimo Framingham Heart Study. A pressão foi tomada aos 50 anos e regularmente durante os 28 anos seguintes. Pessoas com pressão viveram, na média, cinco anos a mais do que as que tinham pressão alta. Além disso, tiveram vida mais tranqüila, pois estiveram livres de problemas cardio-vasculares, na média, durante sete anos a mais do que quem tinha pressão alta.

A pressão alta não é, apenas, uma chateação. É doença séria.

Idade e problemas cardiovasculares

A percentagem de pessoas com problemas cardio-vasculares aumenta com a idade: entre os que tem de 35 a 44 anos o número não chega a dois em cada dez; depois dos 75 esse número passa de sete. Ou seja, pessoas com esse tipo de problema de saúde são a exceção entre jovens, mas a regra entre idosos. Por isso, a vigilância deve ser dobrada com os idosos.

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Idade e problemas cardiovasculares

A percentagem de pessoas com problemas cardio-vasculares aumenta com a idade: entre os que tem de 35 a 44 anos o número não chega a dois em cada dez; depois dos 75 esse número passa de sete. Ou seja, pessoas com esse tipo de problema de saúde são a exceção entre jovens, mas a regra entre idosos. Por isso, a vigilância deve ser dobrada com os idosos.

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