Mais pesquisa sobre a soja

O antioxidante chamado de genistein obriga células a ficarem juntas. Teoricamente, pelo menos, isso significa que elas não metastizam – porque ficam juntas. Nas culturas de vários tipos de células, inclusive de câncer de próstata, quando adicionamos genistein, as células passam a formar grupos e a produzir menos células errantes, que se descolam e vão parar em outro lugar. Se se fixarem e multiplicarem em outro lugar, começou uma metástase. No caso de cânceres, o genistein gruda as células no tumor original, reduzindo o risco de metástase.
Camundongos com câncer de próstata tiveram reduções dramáticas nas metástases pulmonares: um grupo teve genistein na alimentação e outro não. Os pesquisadores introduziram células agressivas de câncer de próstata nos dois grupos e acompanharam os camundongos, medindo o surgimento de metástases nos pulmões. Comparando os dois grupos, os cientistas notaram que o risco de metástase para o pulmão era 96% mais baixo no grupo com genistein.
Funciona em seres humanos? Funciona em todos os momentos do crescimento dos cânceres? Não sabemos.
Quanto genistein?
A quantidade de genistein no sangue dos camundongos é semelhante à encontrada no sangue humano em populações com dietas ricas em soja. Uma resposta mais adequada fica na espera de pesquisas semelhantes com seres humanos. É o passo seguinte dos pesquisadores.
Onde ler os detalhes dessa pesquisa?
No site da American Association for Cancer Research
http://www.aacr.org/home/public–media/news-releases.aspx?d=976

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