O derrame é a terceira causa de morte nos Estados Unidos. O risco aumenta com a idade, dobrando de década em década depois dos 55. Ter um derrame aumenta o risco de ter outro. Aproximadamente um terço das pessoas ficam com poucas seqüelas, outro terço fica com seqüelas graves e outro terço fica incapacitado. O derrame é, principalmente (mas não exclusivamente) uma doença cerebral, mas afeta o corpo inteiro. As conseqüências podem ser pesadas, incluíndo paralisias (usualmente parciais); dificuldade em organizar os pensamentos;dificuldades em falar (e/ou entender) claramente e muitos outros problemas físicos e, certamente, provoca, também, problemas emocionais. Algumas pessoas se tornam dependentes, tendo dificuldade em coisas tão simples como se vestir ou andar.
As fisioterapias e outras terapias ajudam muitos pacientes a recuperar boa parte dessas funções.
Os sintomas dos derrames são conhecidos: fraqueza ou insensibilidade (que aparecem de repente), especialmente se for só de um lado do corpo; confusão mental repentina; problemas com a visão (em um olho, ou nos dois); dificuldade repentina para andar, para falar, para entender as palavras, tonteiras, perda de equilíbrio, falta de coordenação nos movimentos estão entre os mais comuns.
Usualmente são causados por coágulos. Pesquisadores no Medical College de Wisconsin estão pesquisando medicamentos que reduzem muito o dano cerebral causado pelos derrames.
Há substâncias circulando no sangue com maior densidade em pessoas que sofreram um derrame do que nas sãs. Essas substâncias ajudam a regular o fluxo sanguíneo, fechando mais ou abrindo mais as artérias. A pesquisa, que é experimental, começará buscando identificar quais os compostos mais freqüentes em pacientes do que em pessoas sãs. Para isso analisarão 40 pessoas que tiveram derrames há pouco tempo com um pequeno grupo controle de dez pessoas sãs.
Como os derrames tem origens diferentes, são usualmente classificados em isquemicos (quando um coágulo se solta em algum lugar do corpo e se aloja no cérebro, bloqueando o fluxo sanguíneo) e hemorrágicos (causado por uma ruptura de um vaso sanguíneo no próprio cérebro), os pesquisadores buscarão identificar esses compostos em cada grupo separadamente (isquemicos e hemorrágicos).
Os estudos com animais já demonstraram que os níveis de muitas dessas substâncias é mais alto nos que tiveram derrames. Essas pesquisas possibilitaram descobrir medicamentos que impedem o estreitamento dos vasos. Com isso, reduzem os efeitos negativos dos derrames.
O objetivo principal dessas pesquisas é reduzir as conseqüências dos derrames. Se forem bem sucedidas, ajudarão dezenas de milhões de pessoas.
As fisioterapias e outras terapias ajudam muitos pacientes a recuperar boa parte dessas funções.
Os sintomas dos derrames são conhecidos: fraqueza ou insensibilidade (que aparecem de repente), especialmente se for só de um lado do corpo; confusão mental repentina; problemas com a visão (em um olho, ou nos dois); dificuldade repentina para andar, para falar, para entender as palavras, tonteiras, perda de equilíbrio, falta de coordenação nos movimentos estão entre os mais comuns.
Usualmente são causados por coágulos. Pesquisadores no Medical College de Wisconsin estão pesquisando medicamentos que reduzem muito o dano cerebral causado pelos derrames.
Há substâncias circulando no sangue com maior densidade em pessoas que sofreram um derrame do que nas sãs. Essas substâncias ajudam a regular o fluxo sanguíneo, fechando mais ou abrindo mais as artérias. A pesquisa, que é experimental, começará buscando identificar quais os compostos mais freqüentes em pacientes do que em pessoas sãs. Para isso analisarão 40 pessoas que tiveram derrames há pouco tempo com um pequeno grupo controle de dez pessoas sãs.
Como os derrames tem origens diferentes, são usualmente classificados em isquemicos (quando um coágulo se solta em algum lugar do corpo e se aloja no cérebro, bloqueando o fluxo sanguíneo) e hemorrágicos (causado por uma ruptura de um vaso sanguíneo no próprio cérebro), os pesquisadores buscarão identificar esses compostos em cada grupo separadamente (isquemicos e hemorrágicos).
Os estudos com animais já demonstraram que os níveis de muitas dessas substâncias é mais alto nos que tiveram derrames. Essas pesquisas possibilitaram descobrir medicamentos que impedem o estreitamento dos vasos. Com isso, reduzem os efeitos negativos dos derrames.
O objetivo principal dessas pesquisas é reduzir as conseqüências dos derrames. Se forem bem sucedidas, ajudarão dezenas de milhões de pessoas.