Há tempos noticiei a descoberta de fraude por parte de um médico, na cidade de Los Gatos, nos Estados Unidos, o dr. Ali Moayed. Ele falsificava resultados de testes, para convencer pacientes de que tinham câncer de próstata e lucrar com o tratamento. Perdeu, claro, a licença para continuar clinicando.
Agora foi julgado e condenado a três meses de prisão e outros nove de prisão domiciliar. A pena foi menor porque ele negociou com as autoridades, aceitando culpa dos crimes de abuso de idosos e de fraudar o seguro. Com isso reduziu a pena e o estado economizou tempo, recursos e dinheiro no que poderia ser uma longa batalha judicial, com especialistas e pareceres técnicos dos dois lados. É um procedimento comum adotado pelas autoridades americanas, chamado de plea-bargaining. Esse acordo vale para o sistema penal, não para o civil.
Paralelamente, entrou em acordo com os pacientes, pagando cem mil dólares a cada um deles.
Se fosse no Brasil, infelizmente, o médico poderia contratar bons advogados e o processo levaria muitos, muitos anos.
Agora foi julgado e condenado a três meses de prisão e outros nove de prisão domiciliar. A pena foi menor porque ele negociou com as autoridades, aceitando culpa dos crimes de abuso de idosos e de fraudar o seguro. Com isso reduziu a pena e o estado economizou tempo, recursos e dinheiro no que poderia ser uma longa batalha judicial, com especialistas e pareceres técnicos dos dois lados. É um procedimento comum adotado pelas autoridades americanas, chamado de plea-bargaining. Esse acordo vale para o sistema penal, não para o civil.
Paralelamente, entrou em acordo com os pacientes, pagando cem mil dólares a cada um deles.
Se fosse no Brasil, infelizmente, o médico poderia contratar bons advogados e o processo levaria muitos, muitos anos.