Pesquisadores holandeses, dirigidos por Reitz e Breteler do Erasmus Medical Center demonstram que o risco de demência é muito mais alto entre os fumantes do que entre os não-fumantes: 50% mais alto. Um dos caminhos para isso é que fumantes experimentam maior estresse oxidativo, que é frequente entre portadores da doença de Alzheimer.
A pesquisa, dirigida por Reitz do Erasmus Medical Center acompanhou milhares de fumantes e não-fumantes com mais de 55 anos durante sete anos. O fumo não aumentou o risco de pessoas que tinham o gene que predispõe à doença, mas aumentou o risco de pessoas que não tinham o gene.
Ver Reitz, C., den Heijer, T., van Duijn, C., Hofman, A., Breteler, M.M.B. (2007) Relation between smoking and risk of dementia and Alzheimer disease. Neurology, 69(10): 998-1005.